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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Trabalhadores dos Correios Protestam no Recife nesta Terça (17/07)



Os participantes do POSTALIS (Fundo de pensão dos funcionários dos Correios) cansados de esperar que a justiça e os órgãos de controle atuem para recuperar os recursos que foram indevidamente desviados do instituto, vão às ruas a partir desta terça-feira (17), em todo o Brasil, para protestar contra essa situação.  No Recife, o ato contra os desvios acontece a partir das 9h30, em frente ao Edifício Sede dos Correios, na Av. Guararapes com Rua do Sol, área central da capital pernambucana.

Até mesmo uma CPI não foi suficiente para que a situação do Postalis fosse passada a limpo. E uma intervenção feita agora, de forma muito estranha por quem tinha que ter agido há muitos anos atrás, só produziu até o momento mais prejuízos para os participantes e para a patrocinadora (Correios).

Com suas aposentadorias em risco, devido aos bilionários desvios, os trabalhadores clamam por justiça, por responsabilização dos que desviaram os recursos e dos que deviam ter fiscalizado as operações do instituto, incluindo o Banco BNY Mellon, que administrava praticamente todos os fundos do Postalis, e a PREVIC, do Ministério da Fazenda.

Segundo Maria Inês Capelli Fulginiti, Presidente Nacional da ADCAP - Associação dos Profissionais dos Correios, o movimento dos trabalhadores é realizado pelos diversos núcleos regionais da associação em parceria com outras entidades representativas. 

Contatos:

Coordenadores do protesto no Recife

Givaldo Cerqueira - (81)  9 8839-4217 
Heyder Barbosa - (81) 9 9916-8677 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Galeria Janete Costa - da Arte ao Caos

No domingo (20/12), resolvi visitar a exposição “21 anos sem José de Barros”, em cartaz na Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu - zona sul do Recife, mas o que encontrei foi a visão do caos, do descaso e desrespeito, com a Obra e com o público. A Galeria, projetada por Oscar Niemeyer, não está com estrutura para receber nem uma exposição de figurinhas repetidas. 
O calor absurdo, resultado da falta de ar-condicionado, torna impossível uma visita completa. E o piso, sujo e manchado, prova da falta de limpeza e manutenção.(Fotos do final do post)

Agora imagine essa situação, aliada ao desrespeito do público que não sabe se comportar numa exposição de arte... Isso só reforça a minha teoria do caos.
Parece ser difícil para o público recifense entender que não se pode tocar numa peça, e o pior... Pisar em uma. Um dos painéis da coleção da família de José de Barros foi danificada, porque uma senhora achou que ela seria um excelente cenário para uma selfie. 


Nos cinco minutos em que suportei ficar no interior da galeria, eu mesmo pedi algumas vezes que as pessoas não pisassem na obra, nem tocassem em algumas outras, e no restante do tempo em que fiquei na porta observado, vi cenas inacreditáveis. Um pai arremessando uma bola para que seu filho fosse buscar (talvez achando que a criança era um cachorro). Uma menina fazendo bolas de sabão, ao lado da mãe (Imagina jogar sabão em pintura), crianças correndo, pessoas falando alto, ao celular, enfim.
O que vi foram os estagiários da Galeria, trabalhando em um ambiente absurdamente quente, tendo que correr de um lado para o outro para tentar preservar as obras e alertar o público sobre como se comportar em uma exposição. Tarefa difícil quando não se tem estrutura básica para trabalhar.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Retomando o Foco

Hi People...


Andei meio perdido por aqui, mas agora estou retomando o foco e vamos dar continuidade ao "E Tenho Dito...".
Pra quem não sabe eu me mudei, larguei a vida caótica e badalada de Recife e voltei pro meu Sertão, meu torrão natal, Arcoverde, primeira cidade do sertão Pernambucano.
Sempre me lembro do filme "E o Vento Levou (Gone with the Wind, 1939), Rhett dizendo que é da terra vermelha de Tara que Scarlett tira sua força; o que faz com que ela perceba que poderá voltar sempre a Tara para se reabestecer e com a certeza que ali se reerguerá.
Foi exatamente isso que eu fiz (ou melhor, quase isso, já que não vou morar em Tara), na ânsia de recomeçar, eu decidi voltar ao lugar onde minhas forças se renovam. É aqui em Arcoverde, rodeado pelas serras, respirando esse ar, que eu me sinto forte.
E foi aqui que, há exatamente dois meses, eu decidi recomeçar!!!



Foto: Saulo Brito (Pôr do Sol na Terra do Cardeal)